Conto erótico – Jogos Carnavalescos | HEYLOVE Jogos Sexuais; Carnaval ; Conto erótico

Conto erótico – Jogos Carnavalescos

Publicado: 18/02/2019

História erótica sobre um grupo de amigos que decide apimentar o seu Carnaval.

Kelly, Maurício, Ana e Carlos viajavam juntos há uns 5 anos. Todos do grupo estavam naquela fase da vida em que se tem dinheiro para fazer as coisas que gosta, e ainda não se tem filhos para transformar a programação infantil no ponto alto das viagens. Kelly e Maurício, juntos desde o ensino médio, apresentaram Ana e Carlos no carnaval de 2014.

Desta vez, tinham viajado para Santa Catarina, onde dividiriam um apartamento por uma semana. Kelly e Ana não pareciam muito confortáveis com a ideia de dividir aquele apartamento, pois só tinha um quarto. Um dos casais teria que dormir na sala, e a persiana da maior janela da sala estava estragada, deixando o maior cômodo à plena vista de qualquer vizinho bisbilhoteiro.

“Gurias, me desculpem. Não consegui achar outro apartamento, na alta temporada, com um preço decente. Vamos revezar a sala ok?” disse Carlos, o pão-duro do grupo. Por que demônios ficara ele encarregado de fazer a reserva? Sabendo não ter mais volta, o grupo contentou-se com aquele apartamento – que afinal era perto da praia e realmente tinha sido bem barato, deixando dinheiro de sobra para comprar bebida, comida, e toda sorte de mantimentos para a semana do carnaval.

Kelly estava esperando aquele feriado há muito tempo. Ela e Maurício estavam numa fase interessante do relacionamento - uns dois anos atrás, após uma briga em que quase se separaram, decidiram implementar algumas mudanças. Ambos voltaram a cuidar do corpo, respeitar seus espaços individuais e até a vida sexual foi reformulada. Eles apelidaram esta nova fase de Relacionamento 2.0.

Matricularam-se num curso de massagem tântrica para casais e estavam experimentando algumas práticas BDSM. Começaram a fazer aulas de Dança de Salão e eliminaram os celulares nas refeições, para conversar melhor. Essas novidades todas estavam sendo bem interessantes, e ambos adoravam o novo modelo de relacionamento em que tinham parceria e também uma bela dose de safadeza.

Um joguinho que eles tinham adotado era flertar com estranhos, na frente um do outro. Quando iam jantar fora, Kelly deliberadamente provocava os garçons, por exemplo. Eram um casal muito atraente, e esta prática peculiar costumava arrancar algumas risadas nervosas e olhares nem tão discretos. Flertar com estranhos era o jogo favorito da Kelly pois, quando chegavam em casa depois de fazer isso, ela e Maurício transavam como adolescentes de 20 anos.

Com a Ana e o Carlos, Kelly pretendia testar este joguinho de provocações. Ela já vira o Carlos olhando para sua bunda muitas vezes, e sabia que provocá-lo era garantia de sucesso. Na segunda noite, em que as possibilidades de sair para festa haviam sido arruinadas por um temporal horroroso, Kelly viu a oportunidade.

“Queridos, que tal uma partida de Pirâmide?” disse Kelly, enquanto sorria com uma garrafa de tequila na mão.

“Ai Ké, tem certeza? Da última vez tive que levar o Carlos pra tomar glicose na veia.” respondeu Ana.

Todos riram, e Carlos devolveu a provocação.

“UMA vez que passei do limite, e você nunca vai me deixar esquecer né? Por que você não conta do casamento da sua irmã quando eu segurei seu cabelo enquanto você vomitava?”

“Acalmem-se, crianças. Ninguém aqui é adolescente mais. Vamos beber certinho e não vai dar problema nenhum.” Maurício respondeu, colocando uma garrafa d’água em cima da mesa.

Sentaram os quatro em volta da pequena mesa redonda, e Carlos serviu a primeira rodada enquanto Kelly embaralhava e dava as cartas.

Pirâmide é um jogo bem simples: cada um ganha três cartas, e outras 21 cartas são enfileiradas na mesa, viradas para baixo, formando um triângulo. A primeira fileira tem seis cartas, a segunda tem cinco, e assim por diante. As cartas da primeira fileira vão sendo viradas uma a uma, e quando algum número coincidir com um que você tenha na mão, você bebe um shot. Quando acabarem as cartas da primeira fileira, começam a ser viradas as cartas da segunda, e desta vez se você “acertar” um número você escolhe alguma outra pessoa para beber.

Durante o jogo de pirâmide, Kelly e Maurício praticamente não beberam. Só saíram as suas cartas nas fileiras de “mandar beber”, e após meia hora Ana e Carlos tomaram uns cinco shots de tequila cada.

Kelly trocava olhares com Carlos sempre que podia. Após o terceiro shot, ele parou de disfarçar os olhares para o decote dela. Maurício tentava fazer o mesmo joguinho com Ana, com menos sucesso.

Então, Maurício decidiu que era hora de aumentar as apostas.

“Gente, que tal um outro jogo agora? Acho que vocês vão gostar. Funciona assim: cada um tem que contar uma história. Tem que ser bem detalhada, e parte dela tem que ser verdade. A moral é inventar alguns detalhes que não aconteceram, e os outros têm que adivinhar quais partes da história são mentira.”

“Mas Maurício, vocês conhecem todas as nossas histórias... A gente é amigo há cinco anos.” disse Ana.

“Verdade... mas eu aposto que tem algumas que vocês nunca contaram. Especialmente aquelas mais safadinhas” disse Kelly, provocando risos ao sensualizar exageradamente a última palavra.

“Gente, aí não vai ser justo. A Ana é uma santa, aposto que ela nem conseguiria inventar uma história de putaria.” brincou Carlos, que conhecia muito bem sua namorada e sabia que ela se irritaria com a piada. Ana era tímida, mas era uma mulher muito bem resolvida em relação à sua sexualidade.

“Ah sou santa? Então vai lá garanhão, surpreende a gente com uma história tua. Aposto que eles vão achar a minha história bem mais interessante.” disparou Ana.

“Legal, o Carlos começa!” disse Kelly, inclinando-se para frente e fixando os olhos nele.

Após um breve instante de hesitação (e uma olhada nada discreta para os seios da Kelly), Carlos começou a falar.

“Isso aconteceu quando eu tinha apenas 20 anos. Eu estava com um grupo de amigos e amigas da faculdade, e fomos acampar na casa de praia de uma das meninas. A casa não era grande, mas o pátio era bem espaçoso e montamos ali umas dez barracas para comportar toda aquela gente.”

Ana fingiu que bocejava para provocar o Carlos.

“Calma guria! Eu preciso dar o contexto!” disse Carlos, fingindo estar ofendido.

Ele serviu mais uma dose de tequila antes de continuar a história.

“COMO EU IA DIZENDO... Estávamos acampados no pátio da casa de uma das meninas. Obviamente, o objetivo daquela viagem era que rolasse putaria né... Pelo menos eu achava que era.”

“Mas na primeira noite nada demais aconteceu. Eu comecei a desenvolver assunto com a Jéssica, uma veterana morena que era o maior tesão. Ela tinha as pernas bem definidas e uma barriguinha de dar inveja. Sem falar naquele cabelão enorme.”

Ana interrompeu novamente.

“Quer parar de falar do corpo da guria? Sem-vergonha!” era difícil dizer pelo seu tom de voz se ela estava brincando ou se realmente ficara com ciúmes.

Carlos riu e continuou como se nada tivesse acontecido.

“Eu sempre tinha achado a Jéssica interessante, mas até então não tinha tido coragem de falar com ela. Naquela noite descobri que ela era inteligente, e gostava de várias coisas que eu também gostava... Enfim, rolou um clima.”

“Porra Carlos, vai dizer que tu tá apaixonado por ela ainda?” Ana parecia genuinamente irritada. Carlos reagiu, surpreso.

“Amor, você acha que eu era virgem antes de te conhecer? De qualquer forma, você nem sabe se tudo que eu falei – ou vou falar – é verdade... Calma!”

Ana cruzou os braços e fechou a cara. Kelly sentia que o clima estava ficando ruim e decidiu intervir.

“Aninha, eu conhecia o Carlos antes de vocês ficarem juntos. Nunca vi ele gostar de ninguém como gosta de você. E de qualquer forma, qual o problema se ele se divertiu no passado? Que bom pra ele, e que bom para você, porque homem inexperiente demais ninguém merece né!”

Desarmada, mas não satisfeita, Ana acenou para que Carlos continuasse a história.

“Naquela noite, conversamos até de madrugada, sem nada acontecer. Passamos o dia seguinte inteiro entre a piscina e a praia, e ver a Jéssica naquele bikini preto estava me deixando louco.”

“Resumindo uma história meio longa, acabamos nos beijando na praia. Anoiteceu e ela foi para a minha barraca. Transamos a noite toda em várias posições diferentes. Cuidamos para não fazer barulho, pois havia várias outras pessoas acampadas em volta.”

“No terceiro dia, meus amigos me contaram que DAVA PRA VER tudo o que fizemos. Parece que a luz que vinha da casa tinha feito com que nossas sombras ficassem projetadas na lona da barraca, e todo mundo tinha visto.”

“Eu morri de vergonha, mas a Jéssica foi de novo para a minha barraca naquela noite e fez questão de transar do mesmo jeito. Ela ficou incrivelmente molhada sabendo que estava sendo observada... foi incrível!”

Assim, Carlos terminou a história. Ana foi a primeira a falar.

“Duvido que a questão da sombra tenha realmente acontecido. Você não é tão ingênuo assim, e nenhuma mulher gostaria disso! Acho que é verdade que vocês ficaram, mas acho que ninguém viu nada.”

Kelly sorriu, feliz por ver sua amiga entrar na brincadeira.

“Eu acho que é tudo mentira. Ele bateu uma na barraca, pensando na tal da Jéssica, e inventou essa história toda” alfinetou Maurício.

“Eu já acho que é tudo verdade, menos a última parte – a que eles repetiram a transa. Com vinte anos de idade, eu teria morrido de vergonha.” disse Kelly

Carlos riu e acenou com a cabeça, indicando que Kelly tinha acertado. Ana arqueou as sobrancelhas e perguntou:

“E hoje, você não teria vergonha?”

“Claro que não! Já sou bem grandinha, amiga! Faço o que eu quiser. Inclusive, me decepcionei por que no meu curso de massagem tântrica não rolou sexo na frente de todos!”

Todos riram.

“Bom, como eu acertei agora é minha vez de contar a história. Vou aproveitar pra contar uma de praia também, já que estamos nesse clima.” disse Kelly.

“Eu tinha dezoito anos. Viajei com uma amiga para o Nordeste, para comemorar nossa aprovação no Vestibular. Nos hospedamos em uma pousada que ficava a umas 3 quadras da praia. Quando estávamos fazendo o check-in, pararam atrás de nós dois homens MA-RA-VI-LHO-SOS. Dois negros lindos, que pareciam jogadores de basquete e falavam um idioma que me parecia ser francês.”

“Essa minha amiga tinha fraqueza por homens negros. Ela sempre falava que queria ficar com um negro, mas insistia que nenhum tinha se interessado por ela até então. Maria era bonitinha, mas era muito tímida...”

  “Nos instalamos no nosso quarto, e descobrimos que o quarto deles era diretamente do lado do nosso. Obviamente a Maria tinha se afetado com aqueles caras. Eu admito que também tinha ficado olhando. Logo que tivemos privacidade desatamos a falar deles...”

 “Pretendíamos ficar pouco tempo paradas, e tínhamos um roteiro grande atrações para visitar. Demoramos uns minutos para nos instalar, tomar um banho quente e descer até o saguão da pousada. Quando finalmente descemos, encontramos nossos dois ‘musos’ parados na porta de saída”.

“Antes que Maria pudesse protestar, eu comecei a falar com eles em inglês. Com minha amiga roxa de vergonha ao meu lado, ouvi a história deles – eram franceses, e estavam fazendo um mochilão pela América do Sul. Ficariam ali apenas mais três dias.

“Me surpreendi quando Maria, a tímida, convidou os rapazes a nos acompanharem nos passeios do dia. Iríamos conhecer duas praias diferentes, uma árvore que ocupava uma quadra inteira, e mais um montão de coisas...”

“Eles prontamente aceitaram, e passamos um dos dias mais divertidos daquela viagem.  Ao voltar para a pousada tarde da noite, eu já havia trocado uns beijos com o Rémy, e tinha certeza que a Maria iria ficar com o Adrien.”

Carlos achou muito estranho, pois Maurício estava impassível. Se fosse a namorada dele contando aquela história, ele estaria morrendo de ciúmes a essa altura. Kelly seguia falando.

“Eles nos chamaram para o seu quarto, onde teríamos mais privacidade. Nós duas estávamos num quarto coletivo, e o deles só tinha as duas camas. Maria hesitou por um momento, mas o sotaque do Adrien no seu ouvido foi suficiente para convencê-la”

“Estávamos moderadamente confortáveis com a ideia de transar com eles naquele quarto, mas nada poderia ter-nos preparado para o que eles realmente planejaram. Eles nos convenceram a jogar Strip Poker, e em meia hora já tinham conseguido tirar quase toda a nossa roupa. Quando Maria estava prestes a perder a calcinha, eu notei que ela poderia querer recuar. Me preocupei, pois eu ainda tinha calcinha e sutiã, e ela seria a primeira a ficar nua. Pensei que ela poderia desistir do jogo.”

 “Rémy deu as cartas, e eu quase chorei de felicidade com a mão que recebi. Dois pares, damas e reis. Aumentei as apostas, para tentar tirar algo dos rapazes. Maria e Rémy desistiram, mas Adrien permaneceu na mão, inclusive aumentando minha aposta. Ele ainda tinha quatro peças de roupa, então tinha espaço para apostar comigo.”

“Eu estava certa de que ganharia, e decidi propor algo bem ousado. Perguntei o que eu teria que apostar para ele aceitar tirar toda a sua roupa caso perdesse. Ele abriu um sorriso de orelha a orelha, e Maria arregalou os olhos na minha direção.”

“Adrien me olhou diretamente nos olhos por uns dez segundos. Aquele olhar intenso me deixou toda molhada. Com calma, ele propôs o seguinte – se ele perdesse, tiraria toda a roupa. Mas se EU perdesse, eu teria que ir até a praia totalmente pelada e voltar.”

Kelly tinha a todos na sala absolutamente atentos.

“Ele aceitou a aposta. Pediu duas cartas para trocar, e eu pedi apenas uma. E veio um rei! Eu tinha um Full-House! A chance de eu perder a aposta era ZERO! Precisei de toda minha força de vontade para manter minha poker-face.”

“Decidi que iria aumentar MUITO a aposta, para garantir que Adrien fugiria. Estava bem confiante na minha mão, e não queria arriscar que algo muito ousado acontecesse. Assistir ao Adrien tirando a roupa já me deixaria bem feliz. Propus para ele o seguinte: se ele perdesse, ele teria que ir até a praia vestido apenas com meu bikini fio dental – para ele aquilo seria mais humilhante do que ir nu!”

“A expressão de confiança no seu rosto desapareceu quando fiz aquela aposta, mas para o meu desespero ele não parecia querer desistir. Sem tirar os olhos dos meus, me perguntou o que aconteceria caso eu perdesse a mão. Eu respondi que ele poderia fazer o que quisesse comigo, pois não existia chance alguma de eu perder.”

“Ele fez que sim com a cabeça, e mostrei meu Full-House. Virei as cartas já rindo, e fiz menção de ir até minha mala buscar meu bikini fio-dental para ele. Mas para o meu horror, ele abriu o maior dos sorrisos e mostrou sua mão – quatro valetes.”

“Meu coração quase saiu pela boca. Minha aposta tinha sido muito clara, e não consegui nem imaginar de que maneira poderia escapar daquela situação. Me restava agora esperar para saber o que ele me mandaria fazer.”

“Sem hesitar, ele me disse que queria que eu chupasse ele e seu amigo ao mesmo tempo. Fingi estar chocada, mas na verdade fiquei aliviada – pensei que me mandariam fazer algo beeem pior.”

“Me pus de joelhos, enquanto os dois tiravam a roupa. E que visão era aquilo! Os dois tinham os corpos muito bem trabalhados. E bem... digamos que a matéria-prima deles lá embaixo era digna de todos os estereótipos.”

“Chupei os dois até ficar com o maxilar doendo, e só percebi que a Maria tinha saído de fininho do quarto depois que ambos gozaram. E fim.”

Kelly terminou a história, e a bermuda do Carlos estava com dificuldades para esconder a óbvia ereção que ali se formara. Ela pousou os olhos ali por um (nem tão discreto) momento, e riu consigo mesma.

Ana foi a primeira a falar.

“Nossa, amiga! Ou você mente SUPER BEM ou você é muito safada!”

Todos riram. Ana continuou.

“Eu acho que a última parte é mentira. Vocês no máximo trocaram uns beijinhos, e toda essa história de Strip Poker não aconteceu de verdade. Lembro que você me comentou alguns anos atrás que essa é uma fantasia sua, então essa história toda me parece estranha.”

Kelly, impassível, olhou para os rapazes. Maurício disse que já sabia a história real, portanto não iria se pronunciar. Carlos arriscou:

“Acho que é tudo verdade, menos a parte do fim. Acho que vocês chegaram a jogar, mas sua amiga tímida estragou tudo no final e vocês voltaram para o quarto, deixando os rapazes ‘na mão’”.

Ana virou-se para ele, olhos arregalados. Maurício e Kelly riram, e Kelly fez que não com a cabeça.

“Os dois erraram. Amor, acho que é sua vez de contar uma história, pois ninguém acertou.”

Maurício se ajeitou na cadeira. Fingiu pensar por alguns instantes, e começou a falar.

“A minha história não é tão longa quanto a da Kelly, mas é mais safada. Até porque a dela era praticamente tudo mentira: com dezoito anos ela nem transava ainda.”

Kelly olhou para ele com uma cara de “Vai nessa, amigão”. Maurício riu e continuou.

“Estava com um casal de amigos, a Melissa e o Markus, em uma casa muito parecida com essa. Era feriado de Páscoa, e ficaríamos ali umas três noites. Minha namorada à época era bissexual – chamemos ela de Cíntia, para fins da história, porque vocês podem conhecer a menina e não quero expor ninguém. Cíntia era extremamente curiosa em relação a sexo – até me assustava um pouco. Já tínhamos feito de tudo, e ela nunca parecia satisfeita.”

“Ela havia me comentado, antes da viagem, que tinha um tesão muito louco na Mel. Durante o primeiro dia, ela passou o tempo todo provocando a menina, mas não tinha conseguido arrancar nem um selinho. Eu avisei a Cíntia antes de viajarmos que não iria adiantar tentar nada, pois a Mel e o Markus eram meio puritanos.

“Mal sabia eu que, recentemente, meu casal de amigos tinha começado a se aventurar mais entre quatro paredes. Embora a Mel não tivesse vontade alguma de ficar com a Cíntia, ela tinha outras safadezas em mente.”

“No final do primeiro dia, cada casal foi para o seu quarto ‘dormir’, após uma agradável conversa regada a caipirinha. Cíntia e eu costumávamos transar sem fazer muito barulho, e estávamos indo com toda calma do mundo quando ouvimos um gemido alto vindo do quarto ao lado.”

Kelly arregalou os olhos.

“As paredes daquela casa eram bem finas, e havia poucos centímetros de madeira prevenindo que o som passasse de um quarto a outro. Portanto, escutamos absolutamente TUDO que Mel e Markus estavam fazendo.”

“Cíntia, ousada que só ela, decidiu que não iria deixar barato. Quando pousei minha língua sobre o seu clitóris, ela gemeu muito alto. Eu sabia que ela estava fingindo, mas aquela história me deixou excitado muito rápido. Envolvi seu clitóris com meus lábios e comecei a passar minha língua calmamente por cima, do jeitinho que ela gosta.”

“Ela gemeu mais alto ainda. Gritou, na verdade. E foi então que ouvi a Mel fazendo a mesma coisa do outro lado. Aquela noite foi uma competição de quem fazia mais barulho, e foi uma das coisas mais sexy que eu já fiz. No final, todos os quatro estávamos praticamente urrando de prazer, e até mesmo a Cíntia ficou com um pouco de vergonha no dia seguinte. Nunca mais falamos daquilo, mas até hoje fico com tesão lembrando daquela gritaria toda.”

Ana não parecia impressionada.

“Cara, na boa... essa história não tem nada demais. E quer saber? Eu acho que é tudo verdade, menos o nome da menina. Tenho a impressão de que a sua namorada na verdade era a Kelly, nessa época. E duvido que ela seja Bi, acho que isso é uma fantasia machista sua!”

Maurício e Kelly riram alto. Ele acenou positivamente com a cabeça, indicando que Ana acertara. Mas Kelly não parecia incomodada – ela pousou a mão sobre a coxa do Maurício e deu um selinho carinhoso nele.

Carlos não entendeu nada:

“Cara, só um pouquinho... Vocês fizeram isso de verdade? E tu não tem problema nenhum em contar pra gente? É a tua mulher!”

Kelly respondeu antes que Maurício pudesse abrir a boca.

“Carlos, eu te entendo, querido. Ciúme é um negócio normal, especialmente quando a gente se sente inseguro no relacionamento. Mas o Maurício e eu estamos juntos há tanto tempo, e temos uma parceria tão especial, que já superamos isso. Quase nos separamos uns dois anos atrás por que não explorávamos suficientemente a nossa sexualidade. Hoje em dia, a gente tenta coisas novas, e se permite ousar mais.” 

Sem responder, mas parecendo um pouco mais aliviado, Carlos virou-se para a Ana e indicou que ela começasse a sua história.

“Era Valentine’s Day e eu estava nos Estados Unidos. Havia chegado há três semanas, e tinha apenas mais dois dias de viagem. Fui visitar uma amiga de infância que se mudara para Los Angeles recentemente. Esta minha amiga, a Isa (nome real oficial, vocês não conhecem) era muito extrovertida, e tinha vários amigos americanos. Não sei se vocês sabem, mas os gringos são os mais loucos.”

Carlos franziu a testa, mas ficou quieto.

“A Isa morava sozinha lá, e no Valentine’s Day decidiu dar uma festa para seus amigos solteiros. Ela chamou três rapazes, e mais uma amiga que eu ainda não conhecia. Três homens, três mulheres... planejando direitinho... vocês entenderam né?”

“Acontece que a amiga dela acabou furando, mas os três rapazes já estavam lá. Ficamos um pouco sem ação, pois não tínhamos nada muito ousado em mente... Mas o Mike, o Tim e o James eram super divertidos e após algumas rodadas de cerveja e tequila estávamos com a barriga doendo de tanto rir.”

“Lá pelas tantas, James propôs que jogássemos Verdade ou Consequência. Isa e eu nos olhamos, um pouco decepcionadas, mas decidimos ir na onda. No Brasil, verdade ou consequência é meio oitava série, né?”

Carlos riu alto.

“Sério? Verdade ou Consequência? Quantos anos você tinha, doze?”

Não se deixando afetar, Ana continuou sua história.

“As primeiras perguntas e consequências foram bem tranquilas. Bebemos um pouco mais, e respondemos coisas do tipo ‘quando perdeu a virgindade’ e ‘com quantos caras você já transou’. Meio idiota. Até que o James girou a garrafa, e o bocal ficou apontado para mim. Pedi ‘Consequência’, e aí as coisas começaram a esquentar.”

“Ele decidiu ousar, pois devia ter percebido que Isa e eu estávamos ficando entediadas. James me olhou no fundo dos olhos e propôs a seguinte Consequência: ‘tire seu sutiã e coloque-o em cima da mesa’.”

“Fiquei um instante sem acreditar no que tinha ouvido. Aquilo não era algo que se propunha no Brasil! Não pode isso, gente! Mas a reação da minha vagina tinha sido muito clara: assim que ele me falou para tirar o sutiã ela ficou absolutamente encharcada.”

“Troquei olhares com a Isa, entendendo aonde aquilo iria levar caso eu seguisse adiante, e percebi que ela tinha a mesma ideia que a minha. Foda-se! Estamos num país estranho e temos que viver a vida!”

“Entornei mais um copinho de tequila e habilmente removi meu sutiã por debaixo da blusa, sem mostrar nada, e larguei-o em cima da mesa. Meus mamilos pareciam querer furar minha blusinha rosa, e os rapazes pareciam não acreditar no que estava acontecendo. Mike e Tim estavam simplesmente paralisados, olhando fixamente para os meus seios.”

“Era minha vez de girar a garrafa, e ela parou apontando da Isa para o Mike. Ele pediu consequência, e numa fração de segundo ela mandou que ele tirasse a camiseta. Sem hesitar, Mike arrancou a camiseta do corpo, revelando ombros fortes e uma deliciosa barriga de tanquinho.”

“Mike girou a garrafa, e desta vez a Isa foi sorteada. Tim mandou que ela tirasse a calcinha da mesma forma que eu tirei o sutiã. Ela enrubesceu, mas nitidamente estava afim de fazer aquilo. Passou a mão por baixo da saia, e removeu sua calcinha fio-dental preta.”

“Isa girou a garrafa novamente, e novamente fui sorteada. Minha calcinha teve o mesmo destino que a dela, e estava eu ali, somente com uma saia e uma blusa me cobrindo, e três jovens belos e famintos pelo meu corpo. Admito que estava adorando.”

“Nas próximas rodadas, os rapazes perderam várias peças de roupa. Demorou um bocado até Isa perder o sutiã, e Mike já estava só de cueca quando fui sorteada novamente. Quem iria me fazer a pergunta era a Isa, e se eu tirasse qualquer coisa, ficaria bem exposta.”

“Ela me mandou tirar a cueca do Mike com os dentes. Suas palavras tiveram efeito direto na minha vagina, que a essa altura parecia as cataratas do Iguaçu.”

“Mike deitou-se no chão, e me posicionei ao lado dele de quatro, cuidando para mostrar aos rapazes o suficiente para provocar, mas nada além disso. Quando minha boca se aproximou da sua cueca, vi seu membro grosso ter um espasmo. Agarrei o elástico com os dentes e desci devagar, revelando centímetro a centímetro de um verdadeiro monstro de um pênis. Sério, aquilo devia ter uns 25 centímetros! Foi o maior que já vi na vida.”

“Raspei a bochecha naquele tronco espesso e tive que me controlar muito para não o envolver com os lábios.”

“Girei a garrafa novamente, e novamente ela parou virada para mim. Desta vez, Tim me perguntaria. Tentando evitar que a coisa acelerasse muito rápido, pedi Verdade, para decepção dos rapazes. Após um momento de hesitação, Tim me perguntou ‘quão molhada você está agora?’”

“Aquilo foi demais. Minha cara ficou muito vermelha em uma fração de segundo, e nem precisei verbalizar minha resposta. Tim sorriu abertamente, e girou a garrafa de novo.”

“Isa foi sorteada. Pediu Consequência, e James mandou que ela o beijasse. Ali a coisa descambou. Quando os dois se abraçaram e se beijaram fervorosamente, agarrei o pênis de Mike e chupei como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Senti uma gotinha de gozo se formando na ponta, e olhando bem no seu olho limpei com a língua.”

“Tim não queria ficar de fora, e começou a tirar a roupa. Seu pênis não era igual ao do Mike, mas também dava pro gasto. Enquanto eu chupava o Mike, ele veio por trás de mim e começou a me lamber, dos pés até a bunda.”

“Minha língua girava furiosa ao redor do pênis do Mike, e ele se contorcia de prazer. A boca quente do Tim em minhas pernas estava fazendo minha vagina brilhar de tão molhada, e quando ele finalmente enfiou a língua lá eu gemi alto. Aquilo foi demais para o Mike, que começou a tremer.”

“Querendo prolongar aquilo tudo mais um pouco, desacelerei o boquete e aproveitei as sensações estonteantes da língua do Tim. Ele podia não ter o maior pau do mundo, mas sabia usar a língua! Me fez gozar em questão de minutos, e então se posicionou para me penetrar.”

“Ainda não tinha me recuperado do orgasmo anterior, e quando Tim começou a meter devagar meus gemidos ficaram mais altos. Mike se contorcia sob meus lábios, e os gemidos foram demais para ele. Jato após jato do seu gozo quente encheram minha boca. Tim não se aguentou e começou a meter com toda força, sem me dar tempo de ir no banheiro cuspir aquela porra toda. Engoli e voltei a gemer alto. Após uns dez minutos e mais um orgasmo, eu já gritava a plenos pulmões quando Tim ejaculou dentro de mim. Caí por cima do Mike, exausta, e nem me lembro do que aconteceu depois.”

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FIM DO CAPÍTULO 1

Quer saber o que acontece nos próximos capítulos? Tem alguma sugestão do que o grupo deveria fazer após essa história picante da Ana?

Escreve pra gente! Recebemos sugestões pelo contato@heylove.com.br  e ficaremos felizes de te ouvir. Tudo de forma anônima, é claro 😉

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